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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Cidadão Boilesen
segunda-feira, 16 de julho de 2012
O Ódio no Brasil - Leandro Karnal
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A História do Brasil
Excelente aula de História do Brasil, com o professor Boris Fausto, desde a chegada dos portugueses até o governo do presidente Lula, eleito pelo voto direto, em 2002. Este documentário aborda de maneira bastante didática vários fatos que contribuíram para a formação da nação brasileira, em seus pouco mais de 500 anos de existência.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Há 10 anos, morria Joey Ramone

domingo, 16 de janeiro de 2011
Polícia reprime manifestação contra aumento da tarifa de ônibus em São Paulo
Todo busão tem um pouco de navio negreiroNa tarde da última quinta-feira (13/01), a avenida Ipiranga e ruas adjacentes, foram tomadas pela brutalidade dessa horda de burros chucros. Foram disparados muitos tiros (em tese, balas de borracha) e bombas de gás (que soltam estilhaços). As informações dão conta de que, várias pessoas ficaram feridas e outras foram detidas, além de algumas pessoas que tiveram suas máquinas fotográficas e celulares "confiscados" e tiveram seus arquivos deletados pela PM. Mais uma demonstração do tipo de governo autoritário a que estamos submetidos. E a democracia?
O triste disso tudo, é que os escravos fardados se esquecem, que eles e seus familiares também utilizam o transporte público, e assim como o povão (pois, eles também são do povo), terão uma grande parte de seu salário miserável, sendo gasto com a tarifa exorbitante, para andar no transporte carroceiro que o governo e a prefeitura nos oferecem.
Já está mais do que evidente, que a prefeitura está nas mãos da máfia dos transportes (além de muitas outras máfias, é claro). Como sempre, após o aumento da tarifa dos ônibus, seguirá o aumento do metrô e outros meios de transporte público. Ou alguém duvida disso?
Será preciso resistir e reclamar muito ainda, já que os principais jornais e a TV parecem estar ignorando esses fatos. Aliás, a mídia terá muito trabalho, para entreter a população do Brasil inteiro e manter as pessoas tranquilas e dóceis, fazendo o povo esquecer as tragédias que estão acontecendo nesse início de ano, com todas as enchentes e tudo mais.
Abaixo um vídeo que mostra uma boa parte da confusão, ocorrida no entorno da praça da República. Existem vídeos de manifestações que acontecem em outras cidades também, pois, diferentemente do que a maioria pensa, as pessoas não estão aceitando esses aumentos tão passivamente assim.
REFUSE/RESIST... sempre!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Há 180 anos, Líbero Badaró era assassinado
Os restos mortais enterrados no Cemitério da Consolação, em São Paulo, são os do médico italiano e editor do jornal Observador Constitucional, Líbero Badaró. Ele faleceu no dia 21 de novembro de 1830, em consequência dos ferimentos causados pelo tiro de pistola, disparado à queima-roupa pelo imigrante alemão Henrique Stock, a mando do desembargador ouvidor Candido Ladislau Japi-Assú. As 24 horas transcorridas entre a emboscada armada diante de sua casa e sua morte deram-lhe o tempo suficiente para que deixasse seu testamento político e fornecesse as informações que permitiriam à polícia prender o autor do disparo.
O cortejo fúnebre ocupou toda a distância entre sua casa, na hoje Rua Líbero Badaró, e a Capela da Ordem Terceira do Carmo, numa distância de aproximadamente 1,2 km, no atual centro histórico da capital paulista.
A morte de Badaró deixou a cidade de apenas 9 mil habitantes à beira da insurreição e gerou protestos em vários pontos do Brasil. Japi-Assú foi julgado e absolvido por seus pares no Rio de Janeiro, convenientemente longe da cena do crime e da pressão popular. A mesma instância judicial reviu a condenação do pistoleiro, absolvendo-o.
O jornalista
Giovanni Battista Libero Badarò nasceu em 1798, na vila de Laigueglia, perto de Gênova. Seu pai era um médico liberal de extraordinária erudição, como atestam gravuras retratando sua imensa biblioteca. Estudou em Gênova e Bolonha, antes de se formar em Medicina, em agosto de 1825, pela Universidade de Turim. Recém-formado, decidiu ganhar o mundo. Tinha 28 anos, mas parecia mais velho. Era alto e magro, usava longas suíças e óculos de lentes redondas.
Badaró chegou ao Brasil, em 1826, atraído por uma terra que, aos olhos de muitos, já era o país do futuro e uma das poucas nações governadas por um imperador tido como liberal que aceitava livremente a submeter-se a uma Constituição. Ainda no Rio de Janeiro, tornou-se amigo de outro jornalista que se destacava pelas ideias liberais, Evaristo da Veiga. Em pouco tempo, ele e seus correligionários viram suas teses perderem terreno perante o avanço das forças conservadoras, diante das quais o imperador Pedro I, que num dia de glória havia sido aclamado como “Protetor Perpétuo do Brasil”, se isolava e assumia atitudes autoritárias a cada dia que passava.
Badaró chegou a São Paulo no início de 1828. Nessa época, os sinais de que a reação conservadora ganhava força estavam por toda a parte e seus líderes eram cada vez mais truculentos. Mesmo assim, ele lançou, em 23 de outubro de 1829, o seu Observador Constitucional – um bissemanário sem anúncios, de 30 cm de altura por 20 cm de largura, quatro páginas e vendido por 80 réis, impresso na tipografia do jornal que já circulava na cidade, O Farol Paulistano, de José da Costa Carvalho, com quem se hospedou, antes de alugar uma pequena casa na Rua São José (atual Líbero Badaró) .
Em São Paulo, os reacionários ocupavam os principais cargos provinciais: o de governador, exercido numa interinidade sem fim pelo vice-governador e bispo dom Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade, o de comandante de armas, coronel Carlos Maria de Oliva, e o de chefe do Poder Judiciário, o desembargador ouvidor Candido Ladislau Japi-Assú. Este odiava especialmente Badaró, por tê-lo lançado no ridículo ao induzi-lo a revelar seu ignorante conservadorismo, censurando peças teatrais que não existiam.
Os redutos liberais eram formados por alguns cidadãos que compunham a pequena burguesia, pelos estudantes da ainda incipiente Faculdade de Direito e pela maioria da Câmara Municipal, que chegou a requerer ao governador em exercício que tomasse providências diante do “procedimento anticonstitucional, arbitrário e tirânico do ouvidor”. Apreensivos, seus amigos cuidavam para que não andasse só. Mas foi só que ele voltou para casa naquela noite de 20 de novembro de 1830.
Crime aconteceu na rua que hoje leva seu nome
Líbero Badaró se aproximava de sua casa entre 10 e meia e 11 horas da noite de 20 de novembro de 1830, quando viu dois homens sentados nas proximidades. Na rua escura, iluminada apenas pela lua cheia, perguntaram-lhe se era o dr. João Baptista Badaró. Diante da resposta afirmativa, disseram que vinham de parte do ouvidor. Badaró mal teve tempo de dizer que não era amigo de Japi-Assú quando sentiu no ventre o impacto do tiro de pistola. A bala causou ferimentos internos incuráveis que lhe provocaram uma agonia dolorosa por quase 24 horas, tempo suficiente para que, na presença de testemunhas respeitadas na cidade, fosse interrogado pelo juiz José da Silva Merciana, cujos “autos da devassa” detalhadamente elaborados permitiram à polícia capturar alguns suspeitos.
Ao juiz, Badaró declarou que não conhecia os atacantes, mas pelo sotaque sabia que eram alemães e, indagado se tinha suspeita de quem eram os responsáveis, não hesitou em apontar como mandante o desembargador-ouvidor Japi-Assú. Era mais do que uma suspeita, pois até o escrivão da Ouvidoria, Amaro José Vieira, em seu depoimento posterior ao crime, disse tê-lo advertido diversas vezes que escutara de seu chefe afirmações de que pretendia matá-lo. O que o jornalista não sabia era que seu assassinato foi cuidadosamente planejado e sua execução – segundo pesquisa de Argimiro da Silveira, publicada na Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo em 1890 –, começou numa chácara da Freguezia do Braz, quando ao tenente Carlos José da Costa, vindo do Rio para matá-lo, foi indicado o alemão Henrique Stock para acompanhá-lo, identificar e executar a vítima. Badaró faleceu em consequência de hemorragia interna, às 10 horas de 21 de novembro.
A notícia do atentado a Badaró se espalhou rapidamente e a pequena capital da Província de São Paulo viveu dias agitados, com grupos armados percorrendo as ruas exigindo a prisão dos autores e mandantes do crime. Stock e outro alemão logo foram presos, mas o ouvidor se refugiou na casa do comandante militar, de onde só saiu depois de uma negociação com o bispo-governador interino com a participação de outros membros do Conselho e Governo da Província, entre os quais se destacou o mais tarde regente, padre Diogo Antônio Feijó. A pretexto de protegê-lo da ira popular e sob a alegação de que o acusado gozava de foro privilegiado, foi decidido que Japi-Assú seria conduzido ao Rio de Janeiro, não preso, mas sob escolta, para lá ser julgado."
Carlos Alves Müller é assessor da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB)
“(...) Terrível liberdade de imprensa, que clama a uns não matarás, a outros não prenderás, não substituirás o teu interesse ao dos mais; não te servirás de autoridade pública para satisfazer as tuas vinganças, não sacrificarás o teu dever ao poder! Incapazes de resistir à evidência dos argumentos positivos sobre que se apoia a necessidade de imprensa, os amigos das trevas se vestem da capa da moral e do sossego público, apontam os abusos desta liberdade, a calúnia, a difamação, as provocações diárias, os axincalhes continuados, que tornam a vida um suplício. É, meu Deus! Os abusos? E do que se não abusa neste mundo? Forte raciocínio! E porque se abusa de uma qualquer cousa, já, já suprima-se? E aonde iríamos com estas supressões? Um mau juiz abusa do seu ministério: suprima-se a magistratura; um mau sacerdote abusa da religião: suprima-se a religião; um mau marido abusa do matrimônio: suprima-se o matrimônio! Forte raciocínio, dizemos outra vez! Suprimam-se os abusos que será melhor. A lei contra os abusos existe; sirvam-se dela; e se não é boa, faça-se outra; e liberdade a todos de esclarecerem os legisladores, pela imprensa livre (...)”
Texto de autoria de Líbero Badaró, publicado no jornal Observatório Constitucional.
Última frase:
“Morre um liberal, mas não morre a liberdade”
Henrique Stock foi julgado pela Junta de Justiça de São Paulo, que o condenou a “galés perpétuas”, iniciando o cumprimento da pena em Guarapuava, no Sudoeste do Paraná. O julgamento de sua apelação da sentença foi transferido para o Rio de Janeiro e entregue ao Tribunal da Relação, cujos membros, em 18 de junho de 1831, haviam absolvido seu colega Japi-Assú, decisão aplicada também ao alemão acusado de autor material do assassinato.
Líbero Badaró foi o primeiro jornalista assassinado no Brasil em virtude do ofício que exercia e o primeiro caso em que os assassinos, beneficiados por suas relações, viveram o resto de suas vidas na impunidade, apesar das provas que os incriminavam.
Cinquenta e nove anos mais tarde, alguns dias após a Proclamação da República, a urna mortuária do jornalista foi transferida da cripta da Capela do Carmo para o Cemitério da Consolação.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Uma pedra no meio do caminho
Por Michel Blanco . 14.12.10 - 20h16Essa ideia, no entanto, pode ser um equívoco. Leis antidrogas rígidas não garantem boas noites de sono para pais aflitos. Não há correlação entre proibição e redução de consumo. Al Capone que o diga: cidadãos de países onde a legislação é extremamente dura, como os Estados Unidos, se drogam mais em relação a outros. O grande feito do endurecimento legal antidrogas nos EUA é o inchaço da população carcerária – além de bilhões de dólares gastos na repressão, que ajudam a movimentar a cadeia de produção da indústria bélica.
Em contrapartida, a legalização pode reduzir tanto a oferta quanto o consumo. Heresia? Não, legalização não quer dizer oba-oba, mas o contrário. O traficante atua como empresário de um setor ilegal da economia, e como tal busca acumular capital, conquistar mercados, diversificar investimentos e reinvestir em seu ramo principal. O mercado de drogas ilícitas não é oposto à racionalidade capitalista, mas é a versão mais radical de seus valores, que não tolera impedimentos para sua expansão. Vive em autorregulação plena, como desejam alguns setores mais dinâmicos e criativos da economia brasileira. Justamente por ser ilícito, o tráfico de drogas foge de qualquer regulação: não há distinção entre oferta para adultos e crianças, garantia de padrões de qualidade (afinal, cocaína ‘batizada’ com pó de mármore ou algo do tipo causa um estrago a mais) ou advertência sobre os riscos do consumo.
Legalizar pressupõe, obviamente, a ação eficiente do Estado, e sob outra perspectiva, deslocando o problema da esfera policial para a saúde pública. As drogas seriam tributadas e sua produção, regulada; a receita proveniente da atividade (juntamente com a grana economizada com a repressão policial) bancaria campanhas de esclarecimento e tratamento a dependentes. Fornecedores como Fernandinho Beira-Mar ou Elias Maluco seriam substituídos por gente com alguma responsabilidade pública. Muito idealista? Para quem curte pipoco e cassetete, talvez.
Longe da perfeição, tal sistema exigiria fiscalização constante. Mas a política de redução de danos é a solução menos ruim para o problema, ante a constatação do fracasso da simples repressão policial e da falta de evidência de que chegaremos algum dia a um mundo livre de drogas. A defesa dessa mudança de foco ganha adesão em correntes ideológicas diversas. Da esquerda libertária ao liberalismo clássico – há 20 anos está na pauta da revista The Economist, ícone do liberalismo britânico. No Brasil, também começa a crescer o apoio político. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está nessa há um tempo. Agora é o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, quem se diz a favor de debater a legalização de drogas leves, convencido de que “a probição (sic) simples tem gerado muito mais prejuízo do que uma ação inteligente do poder público” (as bobagens que disse sobre aborto não invalidam a percepção de um problema prioritário em sua agenda).
Para ser eficaz, a ação do poder público deve mudar a forma de encarar o narcotráfico. A força do narcotráfico não se desenvolve apenas na violência desenfreada. Sua capacidade de fragmentar comunidades também é resultado das formações e vínculos sociais e culturais que promove em áreas onde predominam a pobreza e o descaso, em meio à incapacidade do Estado de ser agente do bem-estar. O narcotráfico não se trata de um meio de mobilização de poder que percorre unicamente submundos. O enorme potencial de corrupção dos bilhões de dólares que gera permite que percorra salões de governo e transações eletrônicas que saltam em contas bancárias robustas, em mercados de ativos e outras aplicações. Se o narcotráfico corre tão solto como se vê, é porque talvez não esteja confrontando-se com as estruturas de poder vigentes, mas fortalecendo-as. Está aí o elo a ser quebrado.
A legalização, em suma, implica a consolidação de uma política de saúde pública coerente no enfrentamento do uso abusivo de drogas, livre de preconceitos que distinguem substâncias lícitas de ilícitas. Rever o papel regulador do Estado sobre substâncias entorpecentes e enfrentar as drogas como um problema prioritariamente de saúde pública dá a chance de lidar com a dependência química de drogas pesadas como o crack, hoje um problema nacional, de maneira mais adequada.
O mundo fantasioso dos comerciais de cerveja e a prescrição desenfreada de barbitúricos também precisam de um olhar mais atento do poder público. Mas a regulação dos cigarros, embora ainda deficiente ante a criatividade do marketing tabagista, dá alguma esperança: o número de fumantes no Brasil cai a cada ano. E não é demais lembrar que, apesar de muitas drogas ilícitas serem extremamente prejudiciais à saúde, nenhuma rivaliza com a nicotina em potencial de dependência química. Vicia mais do que álcool, cocaína, morfina e… crack.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Show grátis da Norah Jones no Parque da Independência
domingo, 17 de outubro de 2010
Morre o psiquiatra José Angelo Gaiarsa
domingo, 22 de agosto de 2010
New Model Army tocará em São Paulo em Setembro
O New Model Army está comemorando 30 anos e fará dois shows em São Paulo, nos dias 17 e 18 de setembro.
Moema - São Paulo/SP
Fonte: New Model Army Official
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Rádio Manifesto disponível na íntegra para download
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Inicio das gravações do Digital Men
É isso aí, depois de alguns meses de atrasos e imprevistos, finalmente está confirmado o início das sessões de gravação do mais novo trabalho do Digital Men.domingo, 25 de abril de 2010
Megadeth toca "In my Darkest Hour" em São Paulo na noite de sábado
Fonte: UOL
sexta-feira, 12 de março de 2010
Morre o cartunista Glauco Villas Boas
Morreu na madrugada desta sexta-feira (12), o cartunista Glauco Villas Boas, de 53 anos. Glauco foi o criador de diversos personagens, entre eles Geraldão, Zé do Apocalipse, Casal Neuras e Doy Jorge.
De acordo com o advogado da família, Ricardo Handro, Glauco sofreu uma tentativa de assalto e sequestro em sua residência em Osasco/SP, quando foi alvejado por quatro disparos à queima roupa. Seu filho Raoni Villas Boas, 25 anos, chegava ao local e discutiu com os bandidos e, também foi alvejado. Eles chegaram a ser socorridos ao hospital Albert Sabin, na Lapa, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
Segundo o advogado, o crime aconteceu por volta da meia-noite e os bandidos fugiram em um carro roubado e até o momento, ninguém foi preso. A polícia investiga a participação de uma terceira pessoa no crime, já que dois homens invadiram a residência.
O caso foi registrado no
1º DP de Osasco e os corpos do cartunista e de seu filho foram encaminhados ao IML da cidade.Glauco é conhecido por suas charges publicadas desde 1977 no jornal Folha de São Paulo. Seu ingresso no jornalismo se deu nos anos 70, graças ao jornalista Hamilton Ribeiro, que dirigia o "Diário da Manhã", em Ribeirão Preto, e tirou o paranaense da fila do vestibular para Engenharia.
Lançou ainda, em parceria com os cartunistas Angeli e Laerte, companheiros da revista Chiclete com Banana, os Los Três Amigos, personagens imorais e com histórias sarcásticas, que aparecem tanto na Folha quanto em publicações próprias.
Fonte: Yahoo!, Uol e Terra
sábado, 6 de março de 2010
Credicard Hall confirma show do Megadeth pelo Twitter
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Metallica apaga 11 anos de ausência com shows sensacionais
Após 11 anos sem pisar em palcos brasileiros, O Metallica brindou os mais de 60 mil fãs em cada uma das três noites, com um show repleto de clássicos e algumas músicas do mais recente álbum, Death Magnetic, de 2008.Eu particularmente, fazia exatos 20 anos que não assistia um show da banda, que, desde a minha adolescência, sempre foi uma das prediletas. Confesso que fiquei meio apreensivo, com os preços e acima de tudo, com a qualidade do show, uma vez que o Metallica passou por mudanças em sua formação e uma série de problemas particulares, mostrados no DVD, Some Kind Of Monster.
Antes do Metallica subir ao palco, teve o show de abertura com o Sepultura, ainda meio desfigurado, mas muito competente, apesar do som estar meio embolado, e a chuva resolver despencar bem na hora do show. Mas valeu a pena, pois os caras mandaram bem, e tocaram algumas músicas do auge da banda, do tipo Refuse/Resist, Territory e Roots Bloody Roots.
Eu tinha ouvido alguns comentários de um amigo que foi na noite anterior, no sábado dia 30, e tinha me dito que o som não estava muito legal. Mas, logo a ansiedade virou euforia, quando, os primeiros acordes de "Ecstasy of Gold" ecoaram pelo Morumbí lotado. Até o final do show foram mais de 2 horas do mais puro Thrash Metal, misturado com as baladinhas de rádio que tornaram o Metallica um dos maiores nomes da música mundial.
Estava tudo perfeito, o som, a chuva havia parado e a pista parecia uma sala de home theater gigantesca, as pessoas estavam tranquilas e havia muitas famílias, alguns pais, que assim como eu, haviam começado a curtir o som do Metallica na adolescência e, agora com alguns cabelos brancos na cabeça estavam alí, junto com esposas e filhos só esperando toneladas de som serem despejadas dos PA's!
Enfim, no final eu saí do estádio com a certeza de que os 20 anos de espera, desde a Damaged Justice Tour, de 1989, tinham valido a pena. Espero que eles não demorem outros 11 anos para voltar.
Abaixo, o setlist da noite de domingo, 31/01/2010.
World Magnetic Tour
The Ecstasy of Gold (intro)
Creeping Death
Ride the Lightning
Fuel
Sad But True
The Unforgiven
That Was Just Your Life
The End of The Line
Welcome Home (Sanitarium)
Cyanide
My Apocalypse
One
Master of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Bis
Helpless (Diamond Head-Cover)
Hit The Lights
Seek And Destroy
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Nile finalmente vem ao Brasil

Segue abaixo o serviço do show.
NILE
dia 18/03/2010, às 22h, no SANTANA HALL
Abertura da casa - 19:30h.
Banda de abertura - SANGRENA, 20h.
Local - Av. Cruzeiro do Sul, 2737 - São Paulo/SP - entre as estações Santana e Carandirú do metrô.
Preços:
Pista: R$ 70,00 - primeiro lote (promocional e estudante)
Camarote: R$ 90,00 - primeiro lote (somente pela internet)
Pontos de venda à partir de 29 de Janeiro:
Revenge Records (Galeria do Rock) - (11) 3222-6581
Tocatorium Estúdio e Escola de Música - R. Pe. Estevão Pernet, 300 - Tatuapé
Metal CD's (Sto. André) - (11) 4994-7565
Metal Mania (Campinas) - (19) 3236-1715
Em breve vou atualizando as infos, assim que eu ficar sabendo das novidades!
Saia de mim
Titãs
Saia de mim como suor
Tudo o que eu sei de cor
Saia de mim como excreto
Tudo que esta correto
Saia de mim
Saia de mim
Saia de mim como um peido
Tudo o que for perfeito
Saia de mim como um grito
Tudo o que eu acredito
Tudo que eu não esqueça
Tudo que for certeza
Expelido, exorcizado
Tudo que está estagnado
Saia de mim como escarro
Espirro, pus, porra, sarro,
Sangue, lágrima, catarro.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Sepultura abrirá os shows do Metallica no Brasil
Logo mais eu posto aqui como foi o show... see you later!
Abaixo uma do último disco do Sepultura.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Em 2010, paulistano pagará "busão" mais caro

Acabo de ler no site do Click21, a notícia de que a prefeitura está confirmando, neste domingo (20), o aumento da passagem de ônibus na capital paulista. Segundo a reportagem, o prefeito Gilberto Kassab tinha dito em sua campanha, que o levou ao segundo mandato, que não aumentaria o preço das passagens.
Lá vamos nós, pagar uma fortuna para andarmos em ônibus lotados e com um serviço de baixa qualidade no geral.
Feliz 2010, pobre paulista!
Fonte: Click 21








