Mostrando postagens com marcador Sepultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sepultura. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cavalera Conspiracy coloca faixa título do novo álbum para audição


Os irmãos Max e Iggor Cavalera, colocaram para streaming a faixa que dá nome ao novo álbum da dupla, que deve ser lançado em 28 de março. "Blunt Force Trauma" será o segundo álbum do Cavalera Conspiracy e deverá ser lançado, além do CD padrão, em um estojo com CD/DVD.

O disco tem a produção co-assinada por Logan Mader (ex-Machine Head), juntamente com Max e conta com a participação de Marc Rizzo (que também toca com Max no Soulfly) e o baixista Johnny Chow. Mader já havia trabalhado com os irmãos Cavalera, no álbum Inflikted, lançado em 2008, o primeiro nessa nova fase pós-Sepultura.

O Cavalera Conspiracy abrirá o show do Iron Maiden, em março, no estádio do Morumbi, em São Paulo. Abaixo, a música e o tracklisting do novo álbum e do DVD, "Blunt Force Trauma":

CD:
01. Warlord
02. Torture
03. Lynch Mob
04. Killing Inside
05. Thrasher
06. I Speak Hate
07. Target
08. Genghis Khan
09. Burn Waco
10. Rasputin
11. Blunt Force Trauma
12. Psychosomatic *
13. Jihad Joe *
14. Electric Funeral *

* Bonus tracks

DVD - Live at Les Eurockéennes Festival, Belfort, France - July 5, 2008 (except *):
01. Inflikted
02. Sanctuary
03. Territory
04. Terrorize
05. The Doom Of All Fires
06. Inner Self/Nevertrust
07. Arise/Dead Embryonic Cells
08. Desperate Cry/Propaganda
09. Wasting Away
10. Black Ark
11. Holiday In Cambodia/Biotech Is Godzilla
12. Hearts Of Darkness
13. Refuse/Resist
14. Troops Of Doom
15. Must Kill
16. Roots Bloody Roots
17. Sanctuary (music video) *




Fonte: Blabbermouth

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O fim do Guitar Hero e o preço da música


Por Andreas Kisser - 11/02/11 - 18h17

Incrível acreditar que o grande fenômeno dos últimos tempos no ramo dos videogames, o Guitar Hero está saindo do mercado. Eu que acreditava que o jogo seria uma nova maneira de distribuir e armazenar música. Infelizmente não foi bem assim. A Activision, empresa que responsável pelo jogo, anunciou nesta semana o fechamento da divisão que cuidava especificamente do game musical. Pra mim, foi uma grande surpresa, pois bandas como Aerosmith e Metallica tinham acabado de lançar os seus jogos e tudo parecia ir muito bem.

O custo alto da produção, dos equipamentos necessários para se jogar, junto com a aparição de novos jogos com tecnologias diferentes, que usam sensores para captar o movimento do corpo, sem a necessidade de controles, e que causaram uma sensível queda nas vendas, foram citados como justificativas para este súbito fim. Mas o que realmente pesou foram os altos royalties que as bandas e as gravadoras pediam para o uso das músicas no jogo, ou seja, a própria música e sua ala gananciosa fundamentalista, ajudou a acabar com esta pequena revolução na indústria musical.

O Guitar Hero surgiu em 2005 e logo virou uma febre no mundo dos games, não imporatava a idade, todo mundo estava jogando. Verdadeiros virtuoses surgiram no “instrumento”, campeonatos aconteciam pelo mundo e novos “artistas” foram descobertos. A sensação de se sentir um rock star, tocando as guitarras no último volume é irresistível, principalmente para os que não são músicos e nunca chegaram perto de um palco. O GH é realmente uma experiência em tanto. Sem falar na biblioteca musical riquíssima e que constitui numa escola musical do rock para as novas gerações. No GH é possível experimentar um cardápio vasto, de vários estilos, dentro do que é considerado rock and roll, é uma maneira não preconceituosa de se apresentar a música, uma verdadeira aula.

Qual é esse custo que, de tão elevado, pode parar um projeto tão inovador e interessante como o GH? Qual é esse valor? Hoje mesmo, eu recebi um link de uma amiga de Twitter, com uma entrevista do Francis Ford Coppola e num determinado momento ele comenta sobre este aspecto do valor da arte, o quão subjetivo pode ser este conceito. A entrevista foi dada ao site The 99 Percent e com muita experiência e desenvoltura ele fala de seus conceitos e ideias.

Sobre a remuneração de um artista ele polemiza argumentando que “somente há algumas centenas de anos é que os músicos começaram a trabalhar com dinheiro”, sinalizando que a música, ou a arte em geral, é que foi “achada” como negócio e que hoje perdeu todo o seu valor artístico, é somente um produto. Ele acrescenta ainda que artistas como o Metallica, ou qualquer outro mega rock star milionário, não serão possíveis, porque a arte caminha para um futuro onde ela será totalmente grátis. Ele sugere um emprego paralelo, que seria o ganha pão, para deixar a arte totalmente livre, sem depender dos grandes empresários para se fazer os projetos.

Eu até concordo que a ideia de lucro na arte não é uma coisa muito natural, apesar de hoje em dia ser o que move a indústria, mas acho também que o Coppola foi um pouco longe demais. Num mundo ideal, o dinheiro seria supérfulo, mas não vivemos num mundo ideal, longe disso. Quem comanda, dita as regras e a direção a ser seguida é quem tem o dinheiro, grandes empresários que, na sua maioria, não tem contato nenhum com a realidade artística e estão sempre trabalhando com segundas intenções, geralmente políticas marqueteiras.

O fim do Guitar Hero mostra que a arte está perdendo a batalha para o lucro, cada vez mais só se trabalha para conseguir dinheiro, a qualquer custo, deixando a função da música, do teatro, do cinema, da pintura ou da literatura, que é a de elevar a alma, em segundo plano. Como não perder de vez a mágica da arte sem ter que ficar mendigando na rua por um pedaço de pão? Ideologia e realidade não andam sempre juntas.

A classe artística se encontra em um período de transição e incertezas, é um processo difícil mas acredito que no final a arte vai sair fortalecida pois, acabar com ela, como fizeram com o GH, não vai ser tão simples assim.

Play it loud.

Andreas Kisser

Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Weissbier do Sepultura

SEPULTURA WEISSBIER // Em 2009 o Sepultura completou 25 anos de existência. Não são muitos que completam um quarto de século e ainda tem muita inspiração para se aventurar em novos terrenos. Depois de 12 discos, mais de 15 milhões de cópias vendidas, shows nos 5 continentes, o Sepultura se reúne para um trabalho diferente. Não é mais um álbum, não é mais um show. O Sepultura está concentrado no desenvolvimento de sua cerveja para brindar seus 25 anos de estrada junto com seus fãs! A primeira cerveja de uma banda brasileira é produzida pela Fábrica do Chopp, microcervejaria de São Paulo. A cerveja Weiss do Sepultura foi selecionada entre distintas fórmulas, chegando a um sabor e aroma que agradasse os quatro membros da banda. Com o aval de Andreas, Derrick, Jean e Paulo, os fãs podem ouvir as músicas do grupo acompanhadas com a cerveja do Sepultura.

WEISSBIER // A cerveja de trigo, original da Bavária na Alemanha, já foi privilégio de reis e príncipes. A partir da década de 80, os fãs de cerveja redescobriram seu sabor e espalharam desde a Bavária para todo o mundo uma onda de Weissbier, que instigou cervejeiros de todos os cantos do planeta. O seu apelo internacional tomou de assalto o Reino Unido, os Estados Unidos e muito outros países que hoje produzem a cerveja de trigo, seguindo a tradição da Weissbier Bávara. Geralmente a cerveja de trigo não é filtrada, conferindo uma aparência opaca, mas muito clara, com espuma branca e sempre efervecente.


FÁBRICA DO CHOPP // Em 2004, seis amigos realizaram o sonho de ter a sua própria fábrica de cerveja quando começaram a produzir a rtesanalmente o chope Imperatriz. No mesmo ano foi aberta a Fábrica do Chopp, uma microcervejaria com tonéis de aço inox junto ao bar-restaurante, onde são produzidos quatro tipos de chope: Pilsen, Weiss, Stout e Escuro. Feitos com cevada ou trigo, lúpulo e fermento importados, todo cuidado na produção e nos seus insumos tem uma razão específica: buscar atender um consumidor exigente que saboreia e degusta um bom chope, reconhecendo a diferença entre uma cerveja de produção maciça de uma cerveja artesanal.

INFORMAÇÕES

. Cerveja de trigo, de alta fermentação, não filtrada
. Apresenta aroma frutado de maçã e cravo
. Fermentação método champagnose
. Elaborado com matérias primas importadas.
. 100% de malte de trigo, conforme a lei de pureza alemã
. Teor alcóolico: 4,5%
. Volume: 600ml

Fabricado e engarrafado por RPM Industria e Comércio de bebidas LTDA Composição: Água, malte de trigo e ceveda. Lúpulo e leveduras.

PRIMEIROS PONTOS DE VENDA . Melograno / Kia Ora / O´Malleys / All Black / Rhino Pub / Fã Clube Sepultura (Galeria do Rock) / Retro Pub / Privileggio: Shopping Parque Dom Pedro / Metal Mania / Fabrica do Chopp / D´Nices Café / Sal Gastronomia / Grainnes

Preço sugerido para o kit: 2 garrafas + copo especial + bolachas exclusivas: R$60
Cerveja avulsa: R$18

Fotos divulgação (Crédito obrigatório: Paulo Villar/M31):
Informações: vendas@bushidobrazil.com.br
Rótulo e caixa por >VSEIS

Fonte: Sepultura Oficial

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Metallica apaga 11 anos de ausência com shows sensacionais

Após 11 anos sem pisar em palcos brasileiros, O Metallica brindou os mais de 60 mil fãs em cada uma das três noites, com um show repleto de clássicos e algumas músicas do mais recente álbum, Death Magnetic, de 2008.

Eu particularmente, fazia exatos 20 anos que não assistia um show da banda, que, desde a minha adolescência, sempre foi uma das prediletas. Confesso que fiquei meio apreensivo, com os preços e acima de tudo, com a qualidade do show, uma vez que o Metallica passou por mudanças em sua formação e uma série de problemas particulares, mostrados no DVD, Some Kind Of Monster.

Antes do Metallica subir ao palco, teve o show de abertura com o Sepultura, ainda meio desfigurado, mas muito competente, apesar do som estar meio embolado, e a chuva resolver despencar bem na hora do show. Mas valeu a pena, pois os caras mandaram bem, e tocaram algumas músicas do auge da banda, do tipo Refuse/Resist, Territory e Roots Bloody Roots.

Eu tinha ouvido alguns comentários de um amigo que foi na noite anterior, no sábado dia 30, e tinha me dito que o som não estava muito legal. Mas, logo a ansiedade virou euforia, quando, os primeiros acordes de "Ecstasy of Gold" ecoaram pelo Morumbí lotado. Até o final do show foram mais de 2 horas do mais puro Thrash Metal, misturado com as baladinhas de rádio que tornaram o Metallica um dos maiores nomes da música mundial.

Estava tudo perfeito, o som, a chuva havia parado e a pista parecia uma sala de home theater gigantesca, as pessoas estavam tranquilas e havia muitas famílias, alguns pais, que assim como eu, haviam começado a curtir o som do Metallica na adolescência e, agora com alguns cabelos brancos na cabeça estavam alí, junto com esposas e filhos só esperando toneladas de som serem despejadas dos PA's!

Enfim, no final eu saí do estádio com a certeza de que os 20 anos de espera, desde a Damaged Justice Tour, de 1989, tinham valido a pena. Espero que eles não demorem outros 11 anos para voltar.

Abaixo, o setlist da noite de domingo, 31/01/2010.

World Magnetic Tour


The Ecstasy of Gold (intro)
Creeping Death
Ride the Lightning
Fuel
Sad But True
The Unforgiven
That Was Just Your Life
The End of The Line
Welcome Home (Sanitarium)
Cyanide
My Apocalypse
One
Master of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Bis
Helpless (Diamond Head-Cover)
Hit The Lights
Seek And Destroy


Este é o meu ingresso

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Sepultura abrirá os shows do Metallica no Brasil


O Sepultura divulga em seu twitter oficial que fará a abertura dos shows do Metallica, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de janeiro. Eles estão em turnê de divulgação de seu mais recente álbum "A-Lex", lançado no ano passado.

Logo mais eu posto aqui como foi o show... see you later!

Abaixo uma do último disco do Sepultura.