
domingo, 12 de setembro de 2010
O aniversariante do dia

sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Queens of the Stone Age confirma presença no SWU festival
Fontes: Estadão, SWU Oficial
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
SWU trará Rage Against The Machine
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Digital Men fará show de lançamento do álbum Rádio Manifesto

terça-feira, 29 de junho de 2010
Ian Paice o aniversariante do dia

quarta-feira, 23 de junho de 2010
Rádio Manifesto disponível na íntegra para download
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Nile finalmente vem ao Brasil

Segue abaixo o serviço do show.
NILE
dia 18/03/2010, às 22h, no SANTANA HALL
Abertura da casa - 19:30h.
Banda de abertura - SANGRENA, 20h.
Local - Av. Cruzeiro do Sul, 2737 - São Paulo/SP - entre as estações Santana e Carandirú do metrô.
Preços:
Pista: R$ 70,00 - primeiro lote (promocional e estudante)
Camarote: R$ 90,00 - primeiro lote (somente pela internet)
Pontos de venda à partir de 29 de Janeiro:
Revenge Records (Galeria do Rock) - (11) 3222-6581
Tocatorium Estúdio e Escola de Música - R. Pe. Estevão Pernet, 300 - Tatuapé
Metal CD's (Sto. André) - (11) 4994-7565
Metal Mania (Campinas) - (19) 3236-1715
Em breve vou atualizando as infos, assim que eu ficar sabendo das novidades!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Há 15 anos o mundo perdia Tom Jobim

Aclamado tanto por críticos como pelo público, ele deixou uma obra extensa e impregnada de qualidade e sofisticação que o tornou famoso pelo mundo todo. Esteve ao lado de grandes nomes da música mundial como Frank Sinatra, Elis Regina e Edu Lobo, entre outros.
Talvez a pareceria mais importante, tenha sido ao lado de Vinicius de Moraes, com quem compôs seus maiores sucessos em todos os tempos "Garota de Ipanema", "Só danço samba", "Ela é carioca", "Insensatez" e "A felicidade". Mas Tom Jobim também gravou ao lado de Chico Buarque, Billy Blanco, Elizete Cardoso, João Gilberto, Dorival Caymmi, Miúcha e Toquinho.
O maestro Jobim deixou um legado imenso que merece ser apreciado e estudado por todas as pessoas. Abaixo um de seus grandes sucessos.
Fonte: Wikipedia
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Freddie Mercury e Eric Carr, duas lendas do rock que se foram há 18 anos
Nasceu em 05/09/1946, em Stone Town, na ilha de Zanzibar, filho de pais indianos, adeptos do zoroastrismo. Chegou em 1964 na Inglaterra, onde se formou em Design Gráfico e Artístico. Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música Love of My Life, de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de Banda, sendo Mary acima de tudo o verdeiro amor dele.
Freddie Mercury foi o compositor de muitos dos maiores sucessos do Queen, como Bohemian Rhapsody, Somebody to love e We Are The Champions, entre muitas outras. Suas performances ao vivo se tornaram lendárias durante os anos 70 e principalmente nos anos 80, quando o Queen lotava estádios pelo mundo todo. Fora do Queen lançou dois discos solo, muito aclamados pela crítica e pelo público.
Em 1991 surgiram rumores de que estaria com AIDS, devido aos problemas de saúde que começaram a aparecer, sendo que a notícia foi confirmada pelo próprio Freddie em 23 de novembro, um dia antes de sua morte. Na noite do dia 24, Freddie Mercury faleceu de complicações pulmonares, em consequencia da AIDS, em sua própria casa, chamada de Garden Lodge. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.
Seu corpo foi cremado e acredita-se que suas cinzas tenham sido jogadas em um lago em Montreaux, o que siginifica dizer que seus fãs não tem um local onde possam render-lhe as devidas homenagens. Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.
E no mesmo fatídico dia, também nos deixava o grande batera, Eric Carr (12/07/1950 - 24/11/1991). Eric foi substituto de Peter Criss no Kiss em 1980. Muitos dizem que ele foi um dos melhores ou até mesmo o melhor baterista de seu tempo.
Em maio de 1980 participou das audições para a escolha do novo baterista da banda. Competindo com mais de 2000 candidatos, Eric impressionou Gene Simmons, Paul Stanley, Ace Frehley e Peter Criss. Após uma tentativa fracassada de se caracterizar como uma águia, Eric encontrou na raposa, "The Fox" o seu personagem no universo do Kiss. A escolha pela raposa foi feita por Gene, pois, segundo ele, "Eric era astuto como uma raposa".
Seu primeiro lançamento com o Kiss só aconteceu em 1981, no disco "Music From The Elder", que não teve um grande sucesso de vendas, para os padrões da banda. Depois desse disco, Eric esteve em todos os principais discos do Kiss durante os anos 80, até "Hot In The Shade" de 1989. Apesar de ser considerado um dos bateristas mais fantásticos de seu tempo, Eric só pode explorar toda a sua técnica e os recursos de sua bateria de 36 peças em "Creatures of The Night" de 1982, um dos discos mais importantes de toda a carreira do Kiss.
Em abril de 1991, durante as gravações do disco seguinte, Eric foi diagnosticado com um tipo raro de câncer no coração. Operado no mesmo mês, o tumor não regrediu e tomou por completo o coração de Eric, que lutou até novembro, quando entrou em coma pouco antes de morrer, aos 41 anos, no mesmo dia que Freddie Mercury.
Abaixo uma música do Kiss, com a incrível batera de 36 peças de Eric Carr e um clássico do Queen.
Fontes: Whiplash.net, Wikipedia (F.M. / E.C.) e Eric Carr official
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
2010 já começa com METALLICA no Brasil

Tendo ganho o Grammy por oito vezes (1990, 1991, 1992, 1999, 2000, 2001, 2004 e 2009), o Metallica já veio se apresentar no Brasil em três ocasiões memoráveis: em 1989 pela "Damaged Justice Tour", em 1993 na turnê do álbum preto e em 1999 pela tour "The Garage Remains The Same", sendo sempre sucesso de público e crítica, com shows lotados em todas as ocasiões. Abaixo o serviço dos shows e uma música do mais recente disco, Death Magnetic.
Metallica no Brasil:
28/01/2010 - Estádio Zequinha, Porto Alegre/RS
Para o show no Estádio Zequinha, o valor dos ingressos para a pista/arquibancada é de R$ 120,00 (1º lote) e R$ 140,00 (2º lote) e para pista vip é R$ 250,00. O ingresso para cadeira custará R$ 160,00.
Em Porto Alegre, as vendas de ingressos para o público serão abertas dia 03 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País e a partir das 11h na bilheteria oficial do show, localizada na Loja Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro.
30/01/2010 - Estádio do Morumbí, São Paulo/SP
Para o show no Morumbi, o valor dos ingressos para a pista é de R$ 250,00 e para a pista vip é R$500,00. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250,00) e cadeira superior (R$ 300,00). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150,00 (Arquibancada Laranja), R$ 170,00 (Arquibancada Azul/Vermelha) e R$ 190,00 (Arquibancada Vermelha Especial).
Em São Paulo, as vendas de ingressos para o público serão abertas dia 01 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center 4003-8282, a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).
Fontes: Whiplash.net, Ticketmaster Brasil e Metallica Official
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
FEAR FACTORY vem pela primeira vez ao Brasil

Com uma discografia respeitável, a banda passou os últimos 4 anos sem nenhum lançamento, o que acabou gerando rumores sobre o fim da banda, principalmente após a saída de alguns membros. Mas, para a nossa sorte, eles seguem firmes no cenário metal mundial, e em breve devem finalizar seu mais recente trabalho, que deve ser lançado só em 2010.
Para o show no Brasil o Fear Factory terá apenas dois de seus integrantes originais: Burton C. Bell (vocal), Dino Cazares (guitarra, BRUJERIA, ASESINO, EXCRUCIATING TERROR), Byron Stroud (baixo, STRAPPING YOUNG LAD e ZIMMER'S HOLE) e Gene Hoglan (bateria, STRAPPING YOUNG LAD, DARK ANGEL, DEATH, TESTAMENT e outros). Abaixo o serviço completo e uma música da banda em seu auge.
Serviço - Fear Factory:
Data: 4 de dezembro (sexta-feira)
Local: Espaço Lux
Endereço: rua Antônio Luís Valério, 93 - Centro, São Bernardo do Campo/SP
Fones: (11) 4339-4903 / 4339-3613
Preço de ingresso: R$ 80
Ingressos à venda nas lojas Mutilation e Consulado do Rock – Galeria do Rock (Rua 24 de maio, 62 – Centro/SP) –, Lojas Reference Music Teodoro Sampaio e ABC, no Espaço Lux e pela internet através da Ticket Brasil (www.ticketbrasil.com.br)
Abertura: 20h
Censura: 16 Anos
Fonte: Whiplash.net, Fear Factory Official, Espaço Lux e Ticket Brasil
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ingleses do Onslaught vem pela primeira vez à América do Sul

O Onslaught figura como um dos nomes de maior peso no cenário metal mundial. Com mais de 25 anos de carreira, a banda tem em seu primeiro álbum "Power from Hell", de 1985, um marco que aparece sempre entre os melhores discos de todos os tempos do gênero. Além desse disco, o Onslaught já lançou outros álbuns que não chegaram a causar o mesmo impacto do Power from Hell, como "The Force" de 1986 e "In Search of Sanity" de 1989.
Em sua primeira passagem pelo continente sulamericano, os ingleses prometem abordar no set list do show, toda a carreira, apresentando músicas dos primeiros discos. Abaixo, as datas que foram confirmadas até o momento e um vídeo da música que dá o título ao mais recente álbum, gravada ao vivo em 2007.
04/11 – Puerto Montt / CHILE
05/11 – Santiago / CHILE
06/11 – Buenos Aires / ARGENTINA
07/11 – Manaus / BRASIL – RIO NEGRO
08/11 – Belém / BRASIL – LUX
11/11 – São Paulo / BRASIL – MANIFESTO BAR
12/11 – Campinas / BRASIL – HAMMER ROCK BAR
13/11 – Curitiba / BRASIL - OPERA 1
14/11 – Belo Horizonte / BRASIL
15/11 – Rio de Janeiro / BRASIL - SÉCULO XXI
17/11 - Brasilia / BRASIL
19/11 - Costa Rica / TBC
20/11 – Cali / COLOMBIA
21/11 – Medelim / COLOMBIA
22/11 – Bogotá / COLOMBIA.
Fontes: Open The Road, Onslaught Official Site e YouTube.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Miles Davis, o gênio do jazz

Miles Davis nasceu em uma família relativamente rica em Alton, no estado de Illinois. Seu pai, Dr. Miles Davis II era dentista e, em 1927, sua família se mudou para East St. Louis. Eles também ganharam uma importante fazenda no norte do Arkansas, onde Miles aprendeu a andar a cavalo. A mãe de Davis, Cleota Mae (Henry) Davis, queria que seu filho aprendesse a tocar piano - ela era uma hábil pianista de blues, mas manteve isso escondido de seu filho. Os estudos musicais de Miles começaram aos treze anos, quando seu pai lhe deu um trompete novo e providenciou algumas aulas com um trompetista local, Elwood Buchanan.
Em 1944, Davis mudou-se para Nova York para conseguir uma bolsa de estudos na Juilliard School, mas ao invés disso ele decidiu procurar a banda de Charlie Parker. Suas primeiras gravações foram feitas em 1945 com o cantor de blues "Rubberlegs" Williams e o sax-tenorista Herby Fields, no outono ele se tornou um membro não-oficial do quinteto de Parker, aparecendo em várias gravações iniciais do bebop para os selos Savoy Records e Dial Records.
Em 1955, Davis dá vida a seu primeiro Miles Davis Quintet. Este grupo apresentava John Coltrane (saxofone tenor), Red Garland (piano), Paul Chambers (contrabaixo) e Philly Joe Jones (bateria). Evitando a complexidade rítmica e harmônica do então prevalecente bebop, Davis se permitiu a tocar longamente, em legato, essencialmente em linhas melódicas em que ele começaria a explorar o jazz modal. Nessa época, Davis foi influenciado pelo pianista Ahmad Jamal, que contrastava seu som esparso com o "atarefado" som do bebop. O quinteto nunca foi estável entretanto, com muitos dos integrantes usando heroína e o Miles Davis Quintet acabou em 1957.
Em Março e Abril de 1959, Davis voltou mais uma vez com seu sexteto para gravar o que seria considerada sua magnum opus, Kind of Blue. Ele chamou Bill Evans (que estava ainda a meses de formar seu famoso trio), para as sessões do álbum da maneira que haviam planejado acerca do método de piano de Evans. Ambos, Davis e Evans, tiveram uma familiaridade direta com as idéias do pianista George Russell, a respeito do modal jazz o qual fazia experimentos naquela época. Davis pelas idéias expostas com Russell e outros, antes do que viria a se tornar as sessões do álbum Birth of Cool, e Evans por estudar com Russel em 1956.
"So What" e "All Blues" foram tocadas pelo sexteto em performances antes das sessões de gravação, mas para as outras três composições, Davis e Evans preparam uma estrutura harmônica que os outros músicos viram somente no dia da gravação, a fim de criar uma aproximação de improvisação. O álbum resultante provou ser uma enorme influência para outros músicos. Miles não informou ao pianista Wynton Kelly sobre Evans nas gravações, consequentemente Kelly tocou apenas na faixa "Freddie Freeloader", e não esteve presente nas gravações em abril.
Na época do álbum E.S.P de 1965, a formação do grupo de Miles Davis consistia em Wayne Shorter no saxofone, Herbie Hancock no piano, Ron Carter no baixo e Tony Williams na bateria. Esta formação, a última formação acústica dele, é geralmente conhecida como "The Second Great Quintet". Sessões de duas noites em Chicago no final de 65 foram capturadas no álbum The Complete Live at The Plugged Nickel 1965, lançado em 1995. Ao contrário dos álbuns de estúdio do grupo, a apresentação ao vivo mostrava o grupo ainda tocando standards e bebops.
As influências de Miles Davis no final da década de 1960 incluíam o acid rock e artistas funk como Sly and the Family Stone, James Brown e Jimi Hendrix, muitos dos quais se conheceram através de Betty Mabry, uma jovem modelo e letrista que Miles se casou em 1968 e se separaria um ano depois. A transição musical requereu que Davis e seu grupo se adaptassem aos instrumentos elétricos, tanto em estúdio quanto performances ao vivo.
Em 1970, Davis contribuiu para a trilha sonora de um documentário sobre o boxeador afro-americano Jack Johnson. Ele próprio um fanático por boxe. Davis traçou um paralelo entre Johnson, cuja carreira foi marcada pela infrutífera busca por uma "grande esperança branca" para destroná-lo, e a sua própria carreira, na qual ele sentiu que a acomodação o privou de receber o reconhecimento e as recompensas de que lhe eram devidas. O álbum resultante, A Tribute to Jack Johnson de 1971, contém duas longas faixas que utilizou músicos (alguns até não creditados no álbum) incluíndo os guitarristas John McLaughlin e Sonny Sharrock, Herbie Hancock em um órgão Farfisa estragado e o baterista Billy Cobham.
Em 1979, Miles tinha voltado seu relacionamento com a atriz Cicely Tyson. Com Tyson, Davis iria superar seu vício com as drogas e recuperar seu entusiasmo pela música. Como ele tinha parado de tocar trompete há quase três anos, recuperar sua embocadura no instrumento provou ser particularmente árduo para ele. Enquanto gravava The Man with the Horn (foram sessões separadas esporadicamente entre 1979 a 1981), Miles tocou seu trompete na maior parte com wah-wah, com um jovem e grande grupo. Ele se casou com Tyson em 1981 e se divorciariam em 1988.
No começo de 1991, ele assistiu ao lançamento do filme de Rolf de Heer, Dingo. Estrelando Colin Friels como um frustrado trompetista de jazz da Austrália que vai em busca de seu sonho de encontrar e tocar com Billy Cross, uma lenda do jazz fictícia interpretada por Miles Davis. Na seqüência de abertura do filme, Davis e sua banda inesperadamente vão parar em uma remoto deserto da Austrália e começam a tocar para os habitantes desse local. A apresentação incentiva o personagem principal (Colin Friels) a ir em busca de seu sonho. Foi uma das últimas performances filmadas de Davis. Miles Davis faleceu em 28 de Setembro de 1991 de AVC, pneumonia e insuficiência respiratória em Santa Mônica, Califórnia com 65 anos. Ele foi enterrado no Woodlawn Cemetery, no Bronx, Nova York.
Abaixo uma faixa do último álbum de Miles Davis, chamado Doo Bop, lançado postumamente em 1991.
Fonte: Wikipedia
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Nova capa do Digital Men!

Cena independente em atividade
Dallas Dizus se apresenta domingo, 20 de setembro de 2009 à partir das 14:30h. A banda tem entre seus integrantes o baixista do Digital Men, Marco Jones e promete sacudir a tarde de domingo. Trata-se do festival de bandas independentes, Rock Em Combustão, que será realizado no palco do Café Aurora, e por isso, o blog Da Boca Sai apóia totalmente esta e as outras bandas que tocarão lá no dia. Compareçam, apóiem a cena independente, pois ela é o futuro da música nacional!
Info:
DALLAS DIZUS
Rock em Combustão
20/set/2009
Preço: R$ 10,00
sábado, 12 de setembro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Morre Les Paul, pioneiro da guitarra elétrica
Morreu nesta quinta-feira em Nova York, o guitarrista Les Paul, aos 94 anos, vítima de uma pneumonia. Ele foi o responsável pelo desenvolvimento da guitarra elétrica e das gravações multicanal.Nascido em Wisconsin/EUA em 1915, foi em Chicago que Lester William Polfus iniciou sua carreira de músico. Aos 13 anos, insatisfeito com o som de seu violão, começou a criar o sistema de amplificação que tornou possível o desenvolvimento das guitarras que conhecemos atualmente. Nos anos 40, desenvolveu um instrumento quadrado de madeira maciça, com captadores e cordas de aço que foi batizado de "o tronco", na mesma época em que Leo Fender e Adolph Rickenbacker também começavam a desenvolver seus instrumentos.
Após o desenvolvimento para o formato tradicional da guitarra, sua invenção começou a ser produzida pela Gibson em 1952, o que tornou o instrumento um dos mais populares do mundo, sendo usado por diversos guitarristas, como Jimi Page do Led Zeppelin e Pete Townsend do The Who.
Aém da guitarra, Les Paul também inovou no sistema de gravar com canais, permitindo ao artista gravar várias sequencias de diferentes instrumentos e depois unir todos em uma gravação final. Seu nome será lembrado para sempre no mundo do rock'n'roll e da música em geral, pois graças as suas invenções, o modo de tocar guitarra pode chegar ao que é hoje.
Fontes para esta matéria: Estadão e Globo.com
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Vem aí o novo disco do Megadeth
Confirmado no site oficial do Megadeth, o lançamento do novo disco Endgame, que deve sair na segunda quinzena de setembro. Lá no site da banda já é possível ouvir uma das faixas, trata-se da música Head Crusher que eu achei uma verdadeira pedrada no ouvido!A música tem uma pegada muito similar ao Megadeth dos bons tempos de Rust In Peace, mas é evidente que a sonoridade tem tudo a ver com a formação atual que conta com: Dave Mustaine (guitarra), Shawn Drover (bateria), Chris Broderick (guitarra) e James Lomenzo (baixo), ou seja, não soa mais tão crú como alguns fãs mais radicais esperavam. Embora eu considere a formação atual de um nível técnico fenomenal, não devendo nada às formações anteriores.
O Megadeth anuncia um disco mais veloz e menos pop (se é que pode-se dizer isso de uma banda de Thrash Metal) em suas novas composições e o single de Head Crusher já pode ser baixado no iTunes, via página da banda. Ao que parece vale a pena esperar.
Confira abaixo o tracklisting do disco.
Endgame
1. Dialectic Chaos
2. This Day We Fight!
3. 44 Minutes
4. 1,320'
5. Bite The Hand
6. Bodies
7. Endgame
8. The Hardest Part of Letting Go... Sealed With a Kiss
9. Head Crusher
10. How The Story Ends
11. The Right To Go Insane
Leia também, Dave Mustaine fala de seu amor pelo AC/DC na Metal Hammer, em inglês.
domingo, 9 de agosto de 2009
Jerry Garcia e Paul Baloff, dois malucos que deixarão saudade
Há exatos 14 anos, morria Jerry Garcia, figura lendária dos roqueiros malucões que se amarravam na psicodelia dos anos 60. Líder e mentor do Grateful Dead, Garcia morreu aos 53 anos de idade durante um tratamento contra a dependência de narcóticos. Jerome John Garcia, nasceu em 1 de agosto de 1942 e, além do Grateful Dead, tocou em diversos projetos e tornou-se um especialista em instrumentos de cordas, apesar de ter seu dedo médio amputado ainda na infância.
E o outro cara é Paul Baloff, que deixou seu nome escrito na história do Thrash Metal mundial, como vocalista da banda Exodus, uma das mais agressivas que despontou no inicio dos anos 80 na Bay Area em San Francisco/EUA. Baloff nasceu em 25 de abril de 1960, e morreu vítima de um ataque cardíaco quando andava de bicicleta e após permanecer em coma durante algum tempo. Ela era diabético e hipertenso e sua família optou por desligar os aparelhos de suporte que o mantinham vivo em 9 de agosto de 2002.
Deixo como recomendação, para aqueles que não conhecem os trabalhos desses dois ícones da música, o primeiro disco do Exodus, "Bonded by Blood" de 1985. Esse é o disco de estréia da banda, que além de Baloff também já contou com a participação de Kirk Hammet, que deixou o Exodus para se juntar ao Metallica.
E com relação ao Grateful Dead, é recomendável ouvir a discografia completa começando a ouvir desde o primeiro, "The Grateful Dead" de 1967, mas eu deixo como indicação o clássico "Blues for Allah" de 1975, um disco sensacional que para mim, traduz toda a sonoridade dessa bandassa.
É isso aí, vale o confere nessas duas bandas já clássicas, que viverão pra sempre na memória de quem curte rock. Long Live Rock'n'Roll.

